Agradeço a Deus que me permite usar este espaço,para que eu possa contribuir para a pregação de Sua Palavra! Sejam benvindos aqui!
8 de dez. de 2010
O CÉU, VERANEIO DO CRISTÃO
Cristo em breve virá pela segunda vez. Deveríamos falar sobre isso muitas vezes. Deveria ser o mais elevado pensamento de nossa mente. Ele vem, com poder e grande glória, e todo olho O verá. Todos os santos anjos O acompanharão. Desse cortejo, João escreve: "Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares." Apoc. 5:11.
A trombeta ainda não soou. Aqueles que desceram à tumba ainda não proclamaram: "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" I Cor. 15:55. Os justos mortos ainda não foram arrebatados com os santos vivos para encontrar seu Senhor no ar. Mas está próximo o tempo em que terão cumprimento as palavras proferidas pelo apóstolo Paulo: "Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor." I Tess. 4:16 e 17. Precisamos ser transformados a fim de sermos semelhantes ao Salvador. (Filip. 3:21.) Agora é o tempo para acrescentarmos à vida diária as virtudes da vida de Cristo. Não temos tempo a perder. Se falharmos em nossa edificação de caráter, perderemos a vida eterna. Precisamos edificar sobre o verdadeiro fundamento. ... Precisamos fazer a obra de Cristo e estar constantemente vigiando e orando. Então estaremos prontos para Seu aparecimento, preparados para receber a vida eterna.
Todos quantos queiram serão vencedores. Lutemos zelosamente para alcançar o padrão estabelecido diante de nós. Cristo conhece nossas fraquezas, e a Ele devemos ir diariamente em busca de auxílio. Não nos é necessário obter força com um mês de antecedência. Devemos vencer dia a dia.
A Terra é o lugar de preparação para o Céu. O tempo passado aqui é o inverno do cristão. Aqui os ventos gelados da aflição sopram sobre nós, e as ondas de angústias rolam contra nós. Mas no futuro próximo, quando Cristo vier, sofrimento e lamentação terão fim, para sempre. Então será o veraneio do cristão. Todas as provas terão findado e não haverá mais doença ou morte. "E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram." Apoc. 21:4. Manuscrito 28, 1886.
7 de dez. de 2010
SANTIDADE E HUMILDADE DE CARÁTER
“Santidade e humildade são inseparáveis. Quanto mais a pessoa se aproxima de Deus, tanto mais completamente ela se humilha e se submete a Ele. Quando Jó ouviu a voz do Senhor, do meio de um redemoinho, exclamou: ‘...me abomino e me arrependo no pó e na cinza’ (Jó 42:6). Foi quando viu a glória do Senhor e ouviu os querubins clamarem: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos”, que Isaias exclamou: ‘Ai de mim, que vou perecendo! (Is 6:3,5). Daniel, quando visitado pelo santo mensageiro, disse: ‘e transmudou-se em mim a minha formosura em desmaio’ (Dn 10:8). Paulo, depois de arrebatado ao terceiro Céu e ouvir palavras que não era lícito ao homem pronunciar, fala de si mesmo como ‘o mínimo de todos os santos’ (Ef 3:8). João, o discípulo amado, que se aconchegou ao peito de Jesus e Lhe contemplou a glória, caiu como morto diante do anjo. Quanto mais de perto e mais constantemente contemplarmos nosso Salvador, tanto menos veremos em nós mesmos digno de aprovação” (Review and Herald, 20 de dezembro de 1881).
“Ao olharem para Cristo, os serafins e querubins cobrem a face com as asas. Não ostentam sua própria perfeição na presença e glória de seu Senhor. Quão impróprio é, pois, que os homens se exaltem! Revistam-se, antes, de humildade, cesse toda luta pela supremacia, e aprendam o que significa ser manso e humilde de coração. Aquele que contempla a glória e o infinito amor de Deus, terá de si mesmo opinião humilde; mas contemplando o caráter divino, será transformado na imagem divina” (Review and, Herald, 25 de fevereiro de 1896).
“Os serafins habitam na presença de Jesus, todavia com suas asas velam seu rosto e os pés. Eles olham com reverência o Rei em Sua beleza e se cobrem. Quando Isaias viu a glória de Deus, sua alma foi prostrada ao pó. Por causa da clara visão que graciosamente lhe foi permitido contemplar, ele se encheu de auto-humilhação. Esse será o efeito sobre a mente humana, quando sobre ela brilharem os raios do sol da justiça. A luz da glória de Deus revelará todo o mal escondido, e levará a pessoa à humilde confissão. À medida que a crescente glória de Cristo é revelada, o agente humano não encontrará glória em si mesmo; pois a escondida deformidade de sua alma é posta a descoberto. Então, a estima própria e a autoglorificação se tornam extintas. E o eu morre e Cristo vive” (The Bible Echo, 3 de dezembro de 1894).
A MENTE E A PALAVRA DE DEUS
A Bíblia, tal qual nela se lê, deve ser nosso guia. Coisa alguma é tão adequada a ampliar a mente e fortalecer o intelecto, como o estudo da Bíblia. Nenhum outro estudo assim elevará a alma e dará vigor às faculdades como o estudo dos vivos oráculos. A mente de milhares de ministros do evangelho é pouco desenvolvida porque se lhes permite demorar em coisas vulgares, e não se exercitam em buscar os tesouros escondidos da Palavra de Deus. Ao ser a mente levada a estudar a Palavra de Deus, o entendimento se ampliará e as faculdades superiores se desenvolverão, para compreenderem a alta e enobrecedora verdade.
É de acordo com a espécie de assunto com que a mente se familiariza, que ela é, ou diminuída ou ampliada. Se a mente não se ergue para fazer vigorosos e persistentes esforços no empenho de compreender a verdade, comparando passagem com passagem, ela por certo se contrairá e perderá seu tono. Devemos lançar nossa mente à tarefa de perscrutar as verdades que não ficam diretamente na superfície. Review and Herald, 28 de setembro de 1897.
A Bíblia Dirige a Vida em Rumo Certo
A Bíblia toda é uma revelação da glória de Deus em Cristo. Recebida, crida e obedecida, ela é o grande instrumento na transformação do caráter. É o grande estímulo, a constrangedora força, que vivifica as faculdades físicas, mentais e
espirituais, dando à existência a devida orientação.
O motivo por que os jovens, e mesmo os de idade madura, são tão facilmente induzidos à tentação e ao pecado é não estudarem a Palavra de Deus, nem meditarem nela como devem. A falta de firme e decidida força de vontade que se manifesta na vida e no caráter é resultante de negligência das sagradas instruções da Palavra de Deus. Eles não dirigem, mediante diligente esforço, a mente àquilo que lhes inspiraria pensamentos puros, santos, desviando-a do que é impuro e falso. A Ciência do Bom Viver, pág. 458.
2 de dez. de 2010
O TEMPO DE PROVA
No verão, ao olharmos para as árvores de distante floresta, todas vestidas de um lindo manto verde, não podemos distinguir as árvores sempre verdes das outras. Mas quando se aproxima o inverno e o gelo as envolve, despojando as outras árvores de sua bela folhagem, as sempre verdes são prontamente discernidas. Assim será com todos os que andam em humildade, desconfiados de si mesmos, mas apegados, trementes, à mão de Cristo. Enquanto aqueles que confiam em si mesmos e se fiam da perfeição de seu próprio caráter, perdem seu falso manto de justiça quando submetidos às tempestades da prova, os verdadeiramente justos, que sinceramente amam e temem a Deus, cobrem-se do manto da justiça de Cristo tanto na prosperidade como na adversidade.
Renúncia própria, sacrifício pessoal, benevolência, bondade, amor, paciência, magnanimidade e confiança cristã são os frutos diários produzidos por aqueles que estão verdadeiramente ligados com Deus. Seus atos podem não ser publicados ao mundo, mas eles mesmos estão diariamente lutando contra o mundo e ganhando preciosas vitórias sobre a tentação e o mal. Solenes votos são renovados e mantidos mediante a força ganha por fervente oração e constante vigilância nela. O ardente entusiasta não discerne as lutas desses silenciosos obreiros; mas os olhos dAquele que vê os segredos do coração notam e recompensam com aprovação cada esforço feito com renúncia e mansidão. É preciso o tempo de prova para revelar no caráter o ouro puro do amor e da fé. Quando dificuldades e perplexidades vêm sobre a igreja, então se desenvolvem o firme zelo e as profundas afeições dos verdadeiros seguidores de Cristo.
Sentimo-nos tristes quando vemos professos cristãos desviarem-se pela falsa e fascinante teoria de que são perfeitos, porque é muito difícil desenganá-los e levá-los ao caminho reto. Eles procuram tornar lindo e aprazível o exterior, ao passo que o adorno interior - a mansidão e humildade de Cristo - lhes está faltando. O tempo de prova virá a todos, quando as esperanças de muitos, que por anos se sentiram seguros, serão vistas como estando sem fundamento. Quando em novas posições, sob circunstâncias variáveis, alguns, que pareciam ser colunas na casa de Deus, se revelarão apenas como madeira carcomida debaixo da pintura e verniz. Mas os humildes de coração, que diariamente sentiram a importância de firmar seu coração na Rocha eterna, permanecerão inabaláveis no meio das tempestades de provações, porque não se confiaram a si mesmos. "O fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são Seus." II Tim. 2:19.
1 de dez. de 2010
MAIS RECEITAS SAUDÁVEIS E DELICIOSAS PRA VCS!
BOLINHOS DE SOJA
INGREDIENTES
- 1 xícara de resíduo de soja
- 1 Xícara de berinjela cozida e amassada
- 1/3 de xícara de azeitonas picadas
- 3 xícaras de pão velho moído
- 4 tomates
- 1 cebola
- alho, orégano, cheiro-verde, sal a gosto
MODO DE PREPARO
Misturar os ingredientes e colocar na forma às colheradas. Levar ao forno para assar.
4 de nov. de 2010
QUAL A JUSTIÇA QUE PROCURAMOS?
"Bem-aventurados os que guardam a retidão e o que pratica a justiça em todo tempo." Sal. 106:3.
Se você achar que a justiça é simplesmente retidão e bom comportamento, o texto de hoje o levará a um beco sem saída. Segundo o salmista, uma maneira de ser feliz é ter uma conduta coerente e acima de qualquer suspeita. Mas justiça, no conceito hebraico, não é apenas um padrão de comportamento.
O profeta Jeremias disse: "Naqueles dias e naquele tempo, farei brotar a Davi um Renovo de justiça; Ele executará juízo e justiça na Terra." Jer. 33:15. O
Renovo de justiça que o profeta menciona não é apenas possuidor de justiça. É a própria justiça. Não existe justiça sem Jesus. Ele é a justiça.
Portanto, ao referir-se no verso de hoje àquele "que pratica a justiça", o salmista está pensando naquele que vive em Jesus.
Praticar é aplicar a teoria repetidamente. A vida cristã não é só teoria. Não basta saber que Jesus morreu e que a única maneira de "guardar a retidão" é ir a Ele. Esse conceito é maravilhoso, mas é preciso sair da teoria e ingressar no terreno da prática. É preciso andar diariamente com Jesus, a justiça personificada.
Davi ensina no salmo de hoje que o segredo da felicidade é "praticar a justiça". Como pode a prática de normas, na maioria das vezes difíceis de serem cumpridas, proporcionar felicidade? Não, evidentemente aqui não se fala simplesmente de um código moral, destituído de vida. Aqui se fala do Senhor Jesus Cristo. Ele morreu na cruz do Calvário não só para dar-nos vida, mas também para dar vida aos mandamentos que o farisaísmo humano havia tornado letra morta.
"Praticar justiça" no sentido de andar diariamente com Jesus é uma experiência enriquecedora. Dá sentido a vida. Proporciona sabor aos momentos mais insossos da experiência humana.
Olhe para os princípios divinos não como letra sem vida e proibições massacrantes. Olhe-os como reflexo do caráter de Jesus e aplique-os à sua vida. Esse é o segredo da felicidade que você tanto procura. Essa pode ser a realidade mais extraordinária de sua existência.
2 de nov. de 2010
GUARDAR O CORAÇÃO
A diligência no guardar o coração é essencial para um saudável crescimento na graça. Em seu estado natural, o coração é morada de pensamentos e paixões pecaminosos. Quando posto em sujeição a Cristo, precisa ser purificado pelo Espírito de toda contaminação. Isso não pode ser feito sem o consentimento do indivíduo.
Uma vez purificado o coração, é dever do cristão conservá-lo incontaminado. Muitos pensam que a religião de Cristo não requer o abandono dos pecados diários, o rompimento com os hábitos que têm mantido a alma em servidão. Renunciam a algumas coisas condenadas pela consciência, mas deixam de representar a Cristo no viver diário. Não introduzem no lar a semelhança com Cristo. Não manifestam atento cuidado na escolha das palavras. Com demasiada freqüência, proferem-se palavras irritadas, impacientes, palavras que suscitam no coração humano as piores paixões. Tais pessoas necessitam da permanente presença de Cristo na vida. Unicamente em Sua força podem eles vigiar palavras e ações. Na obra de guardar o coração, precisamos insistir na oração, ser incansáveis em pedir ao trono da graça Sua assistência. Os que proferem o nome de Cristo devem chegar a Deus com fervor e humildade, pleiteando auxílio. O Salvador nos disse que orássemos sem cessar. O cristão não pode estar sempre de joelhos em oração, mas seus pensamentos e desejos podem ser de contínuo elevados ao Céu. A confiança em nós mesmos se desvaneceria, falássemos nós menos e orássemos mais.
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