30 de out de 2012

HOMEM NATURAL REJEITA A GRAÇA
As Escrituras não dizem apenas que o homem está morto em pecado; afirmam algo pior que isso: que ele, por natureza, é absoluta e totalmente contrário a tudo que seja bom e reto. "Portanto a intenção da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem em verdade o pode ser" (Romanos. 8:7). Folheemos as páginas da Bíblia e continuamente é repetido que a vontade do homem é contrária às coisas de Deus. Que disse Cristo? Que disse Ele aos que imaginavam ser possível ao homem vir a Ele sem a influência divina? Primeiramente afirmou: "Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer". Entretanto, disse algo ainda mais enfático: "E não quereis vir a mim para terdes vida". O homem não quer vir. Aqui se encontra a coisa fatal; não é apenas que o homem se encontra sem forças para fazer o bem, e sim que é suficientemente poderoso para fazer o mal, de modo que a sua vontade está perversamente disposta a ir contra tudo que é reto. Os homens não querem vir. Nunca virão por si mesmos. Ninguém pode induzi-los a vir, nem mesmo forçá-los a vir com todas as suas ameaças, nem seduzi-los com todos os seus convites. Eles não querem vir a Cristo para terem vida. Até que o Espírito Santo os traga, não quererão vir, nem poderão vir. E é pelo fato de que a natureza humana é hostil ao Espírito de Deus, que o homem odeia a graça, despreza a maneira pela qual se oferece esta graça, e é contrário à sua natureza orgulhosa o humilhar-se para receber a salvação pelos méritos de outro. Daí, pois, surge a necessidade de que o Espírito opere diretamente no homem para mudar a sua vontade, corrigir as inclinações do seu coração, e depois de colocá-lo no caminho certo, dar-lhe forças para andar Nele. Assim, e só assim, a Graça Maravilhosa de Jesus nos alcançará, por intermédio do Espírito Santo, que coloca em nós tanto o QUERER quanto o EFETUAR!

29 de out de 2012

BATALHA CONSIGO MESMO
"Porque a carne muita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne."(Gálatas 5.17). No coração de cada crente, há uma luta constante entre a velha e a nova natureza. A velha natureza é muito ativa e não perde nenhuma oportunidade de manejar todas as armas de seu arsenal contra a graça recém-nascida; por outro lado, a nova natureza está sempre de guarda para resistir e destruir seus inimigos. A graça dentro de nós emprega a oração, a fé, a esperança e o amor para afugentar o mal. Ela recorre a "toda a armadura de Deus" e luta seriamente. Estas duas naturezas opostas nunca cessarão de lutar, enquanto estivermos neste mundo. O inimigo está tão seguramente entrincheirado dentro de nós que nunca pode ser alijado, enquanto neste corpo. Mas, embora estejamos bloqueados, e muitas vezes em conflito feroz, temos um ajudador todo-poderoso, a saber, Jesus, o Capitão de nossa salvação, que está sempre conosco e que nos assegura que seremos finalmente mais do que vencedores por meio dele. Com tal ajuda, a natureza renascida é uma grande luta a ser enfrentada pelo inimigo. Está você lutando hoje com o adversário? Estão Satanás, o mundo e a carne, todos, contra você? Não se desencoraje nem desfaleça. Continue a lutar! pois o próprio Deus está com você; Jeová-Nissi é sua bandeira, e Jeová-Rafá, o curador de suas feridas. Não tema, você vencerá, pois quem pode derrotar a Onipotência? Lute, "olhando para Jesus", e, embora o conflito seja longo e áspero, doce será a vitória, e glorioso, o galardão prometido.
UM CHAMADO NO CORAÇÃO
Ponderando coisas em seu coração, Paulo compreendeu mais e mais claro a razão de seu chamado - ser um "apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus". (I Cor. 1:1). Este chamado lhe veio, "não da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo, e por Deus Pai". A magnitude da obra que estava a sua frente levou-o a dedicar muito estudo às Escrituras Sagradas, a fim de que pudesse pregar o evangelho, "não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã", "mas em demonstração de Espírito e de poder", para que a fé de todos os que ouvissem "não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus". Ao examinar as Escrituras, Paulo aprendeu que através dos séculos "não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis e as que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante Ele".( I Cor. 1:26-29). E assim, considerando a sabedoria do mundo à luz que promana da cruz, Paulo propôs nada "saber... se não a Jesus Cristo, e Este crucificado". Através de todo o seu ministério posterior, Paulo jamais perdeu de vista a Fonte de sua sabedoria e força. Ouviu-o declarar anos mais tarde: "Porque para mim o viver é Cristo." (Filip. 1:21). E de novo: "Tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas... para que possa ganhar a Cristo, e seja achado nEle, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; para conhecê-Lo, e à virtude da Sua ressurreição, e à comunicação de Suas aflições."

27 de out de 2012

ANDANDO NO ESPÍRITO
Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. (Gálatas 5.25). As duas coisas mais importantes de nosso cristianismo são a vida de fé e o andar de fé. Aquele que compreende isto corretamente não está distante de ser um praticante do cristianismo, pois isto é vital para um crente. Você nunca encontrará a fé verdadeira desacompanhada da verdadeira piedade. Por outro lado, você nunca encontrará uma vida verdadeiramente santa que não tenha como seu fundamento a fé viva na justiça de Cristo. Ai dos que buscam um sem o outro! Há alguns que cultivam a fé e esquecem a santidade; estes podem ser ilustres em ortodoxia, mas serão condenados em extremo pois "detêm a verdade pela injustiça" (Romanos 1.18). Existem outros que se têm exaurido em busca de uma vida de santidade, negando, porém, a fé, como os antigos fariseus, a quem o Mestre chamou de túmulos caiados. Precisamos ter fé, visto que esta é o alicerce; precisamos igualmente ter santidade, que é a estrutura. Ora, em um dia de tempestade, para que serve ao homem apenas o alicerce de uma construção? Ele pode se abrigar ali? Ele precisa de uma casa que lhe ofereça proteção, bem como de um alicerce para ela. De modo semelhante, na vida espiritual também precisamos da construção que fica acima do alicerce, para que tenhamos conforto no dia da provação. Mas não procuremos uma vida de santidade sem a fé verdadeira, pois isto equivaleria a erguer uma casa que não poderia nos oferecer abrigo permanente, porque não estaria alicerçada sobre a rocha. A fé e a vida santa devem ser colocadas lado a lado. E, assim como os dois pilares de um arco, elas tornarão duradoura a nossa piedade. Tal como a luz e o calor que fluem de um mesmo sol, a fé e a vida santa são também repletas de bênçãos. Como os dois pilares do templo, elas são para glória e beleza. São dois córregos da nascente da graça, duas lâmpadas acesas com fogo santo, duas oliveiras regadas pelo cuidado celeste. Ó Senhor, dá-nos, neste dia, vida em nosso íntimo; e ela se revelará no exterior para a Tua glória somente!
DEIXEMOS O ESPÍRITO SANTO NOS USAR
Sempre ao começar, continuar e terminar qualquer e toda boa obra, dependa conscientemente e em verdade, do Espírito Santo. Até a consciência de sua necessidade Dele, ele precisa lhes dar, e as orações com que suplicam por sua presença devem partir Dele. Se estivermos empenhados em um trabalho tão espiritual, tão acima de todo poder humano, se nos esquecer-mos do Espírito é certeza de derrota. Façamos o Espírito Santo ser o "sine qua non" de nossos esforços, e digamos a ele: "Se não fores conosco, não nos envies" (Êx 33.15). Descansemos apenas Nele e reservemos para Ele toda a glória. Lembremo-nos especialmente disso, porque esse é um ponto delicado para Ele: Ele não dará sua glória a outro. Tenham o cuidado de louvar o Espírito de Deus do fundo do coração, e gratamente se admirem de que ele aceite trabalhar a seu lado. Agradem-No ao glorificar Cristo. Honrem-No ao ceder sua pessoa aos impulsos dele e ao odiar tudo que O entristece. A consagração de todo seu ser é o melhor salmo que pode fazer em louvor Dele.! UM SÁBADO ABENÇOADO PRA TODOS.

Oração da Manhã


2 de out de 2012

EU ACREDITO... E VOCÊ?
A mensagem profética diz: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe” (Apocalipse 21:1). A palavra “novo” pode ser entendida de duas formas: Na língua grega, há duas palavras para “novo”, mas em português temos somente uma. A primeira é “Kainós” e a segunda é “Neós”. Cada uma tem um sentido diferente. “Kainós, significa novo em qualidade, em contraposição com o que está gasto ou arruinado. Neós, se refere a algo novo no tempo” (C.B.A.S.D. vol. 7, p. 902). Kainós é a palavra destacada no texto; ela aparece duas vezes. O que João está nos dizendo é que Cristo vai criar uma nova terra, mas com o material já existente. Ou seja, Ele vai usar a matéria prima da velha terra e com isso recriará uma Nova Terra. João usa a expressão que a primeira terra passou. O que ele está tentando transmitir a todos nós é que aquela Terra perfeita que fora criada no início desse mundo, agora está desfigurada e destruída pela ação do pecado, e Deus não vai permitir que ela continue assim por toda a eternidade. Nessa Nova Terra o mar não vai existir. Por quê? “Os mares e oceanos como conhecemos agora não mais existirão na nova criação” (idem). A promessa é que na nova Terra não haverá nada que lembre separação, divisão. Seremos uma grande família, tendo como Pai Deus, e como irmão mais velho, Jesus Cristo. “Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles” (Apocalipse 21:3). A vida será cheia de alegria na nova Terra. Nada que nos entristece sentiremos ali. “E lhes enxugará dos olhos toda a lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá mais luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas já passaram” (Apocalipse 21:4). No centro da nova capital do Universo de Deus estará a Árvore da Vida, fonte de saúde para todos os habitantes do lugar. Como já estudamos em programas anteriores, especialmente as profecias de Isaías, nesse lugar não haverá qualquer resquício de violência ou medo. Harmonia plena existirá entre os animais e também entre esses e o ser humano. O leão, o cordeiro, o leopardo, o lobo, todos conviverão em perfeita união. Será um lugar onde todos conhecerão como são conhecidos. E mais: “Todas as faculdades se desenvolverão, ampliar-se-ão todas as capacidades. A aquisição de conhecimento não cansará o espírito nem esgotará as energias… e surgirão ainda novas alturas a atingir, novas maravilhas a admirar, novas verdades a compreender. Todos os tesouros do universo estarão abertos ao estudo dos remidos de Deus. Livres da mortalidade, alçarão vôo incansável para os mundos distantes” (O Grande Conflito. 18.ª ed. 1975, pp. 674).