30 de abr de 2013

VERDADEIROS ADORADORES Os adoradores no templo freqüentemente levavam presentes de aroma agradável para serem queimados sobre o altar do Senhor. Mas os israelitas que se afastaram do Senhor se tornaram egoístas e faziam poucas ofertas votivas ao seu Senhor. Isto era uma evidência da frieza de coração deles para com Deus e sua casa. A reclamação apresentada neste versículo poderia ser ocasional ou, talvez, freqüentemente dirigida contra você? Aqueles que são pobres em dinheiro, mas ricos em fé, não serão menos aceitos porque seus dons são pequenos. Você oferece em proporção justa ao Senhor ou a pequena moeda da viúva pobre não é lançada no tesouro sagrado? O crente deve ser agradecido pelo tesouro que lhe foi confiado, mas não deveria esquecer sua grande responsabilidade. "Aquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido" (Lucas 12.48). Você compreende sua obrigação de dar ao Senhor de conformidade com o benefício recebido? O Senhor Jesus derramou seu sangue por nós. O que Lhe daremos? Tudo que somos e possuímos Lhe pertence, pois Ele nos comprou para Si mesmo. Como podemos continuar agindo como se pertencêssemos a nós mesmos? Que tenhamos mais consagração e mais amor! Senhor Jesus, nada é caro demais para Te dar como tributo ao teu amor incomparável.

16 de abr de 2013

PARA CONFESSAR A CRISTO Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está Nele e Ele em Deus. I João 4:15. A confissão de que João fala aqui, não é fruto de uma fé nominal, mas o resultado de uma fé permanente no Salvador vivo - resultado de crer que as bênçãos da salvação foram postas ao nosso alcance pelos sofrimentos e a morte de Cristo, que ressuscitou dos mortos, e vive sempre para interceder por nós. Devemos sentir-nos certos de que Jesus é nosso Salvador, e que a vida não seria aprazível nem nos proporcionaria paz ou esperança, não nos houvesse Ele amado e Se entregado a Si mesmo por nós. Nosso direito à justiça de Cristo é perfeito, se satisfizermos a condição sob que ela nos é prometida. Deus nos outorgou todo o Céu em único e rico dom, e tudo quanto esse dom inclui nos pertence, caso aceitemos a Cristo como nosso Salvador pessoal. Falai sobre Jesus, educai a língua a falar de Sua misericórdia, a contar o Seu poder, manifestando os louvores dAquele que nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz. Vós sois propriedade de Cristo, tanto pela criação como pela redenção, e a glória de Deus se acha envolvida em nosso êxito pessoal. (The Youth's Instructor, 12 de julho de 1894).
SOSSEGAI... Quando perguntarmos algo à nossa consciência, estejamos sérios, calados e esperemos uma resposta. Não abramos a nossa boca para escusar o pecado; não é hora de falar, é hora de calar e sossegar. Não devemos racionalizar, mas deixemos a razão prevalecer, a fim de chegarmos à verdade sobre a nossa vida e o nosso procedimento. Nossa consciência quando está afinada pela Palavra de Deus será segura para nos dar uma orientação correta de nossos atos e teremos a oportunidade de nos arrepender de nossas faltas e corrigi-las. Temos que aprender a sossegar e aquietar-nos diante da imposição da consciência orientada pela soberania do Espírito Santo. CONFIAIS... Davi tinha muita esperança de que aqueles homens que estavam seguindo a rebelião haveriam de se arrepender, abandonar os seus maus caminhos e voltar-se para Deus. Ele ainda lhes dá a maior chance, a sua maior oportunidade: “Confiai no Senhor”. A confiança em Deus traz a maior vitória. Norteia a nossa vida. Desfaz todos os enganos e traições. Mostra o caminho da sabedoria que temos a palmilhar. A confiança em Deus nos traz a salvação por toda a eternidade. Ele nunca nos decepciona.Amém!
APRENDAMOS COM DAVI, NO SALMO 4 Não pequeis. Salomão disse que “não há homem que não peque” (2CRÔNICAS 6:36), mas Davi relaciona isso ao temor, como um antídoto para não pecar. Quando o povo de Israel presenciou aos trovões e relâmpagos do Sinai, quando a Lei dos Dez Mandamentos foi dada, disseram atemorizados a Moisés que ele lhes falasse, e não Deus, porque estavam tremendo diante do Seu poder e majestade, com medo da morte. Foi aí que Moisés replicou, dizendo: “Deus veio para vos provar e para que o Seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis.” (Êx 20:20). “Filhinhos meus”, disse o apóstolo João “estas coisas vos escrevo para que não pequeis!” (1Jo 2:1). Se alguém quer saber o que fazer para não pecar, aqui está o antídoto para o pecado: o temor de Deus vai nos livrar de pecar. Consultai. Consultar o coração no travesseiro indica a meditação que temos de fazer, já na cama, antes de pegar no sono, examinando a nossa consciência, perscrutando os nossos caminhos, a ver se andamos retamente, ou se há algum caminho mau, que devemos abandonar. Temos que fazer um exame de consciência, temos que consultar o nosso coração em sinceridade. Quais são os nossos planos? Temos ajudado o próximo? Temos iluminado aos que jazem nas trevas do pecado? Ou temos prejudicado a alguém com nossas palavras? Temos falado bem dos outros? Qual é a nossa influência sobre as pessoas, boa ou danosa? O que fazemos para enaltecer a reputação dos semelhantes?
AINDA SALMO 4 - MAIS LIÇÕES PARA NÓS Queridos,quando somos tentados a nos rebelar contra um servo de Deus: (1) Sabei. A sabedoria é uma jóia, o conhecimento é necessário, a inteligência é indispensável. O que eles deviam saber? Que Deus é justo e faz distinção entre aquele que o serve e aquele que não o serve. Ele distingue para Si o “piedoso”. Piedoso é aquele que tem piedade, respeito pelas coisas religiosas, temor e respeito para com Deus... Assim era o salmista, e por isso ele podia dizer que Deus o ouvia quando clamava por Ele. Que eles considerem de novo que aquele que ama a Deus e a quem o Senhor escolhe é guardado por Ele (verso 3a) e será ouvido por Ele em qualquer emergência (verso 3b). Pode ser que aquele a quem estamos perseguindo seja mui amado de Deus, e portanto, protegido. O que diríamos nós diante do Soberano de toda a Terra, ao nos achar perseguindo um de Seus servos? Como ficaria uma ursa roubada de seus filhos? (2) Irai-vos. A versão antiga diz: “Perturbai-vos”. Entretanto, a palavra hebraica original (râgaz) se traduz melhor, como dizem as versões estrangeiras, como “Tremei”. Davi não estava aconselhando que os seus inimigos ficassem irados, porque isso seria um absurdo, mas que tremessem diante da ideia de perseguir o ungido de Deus! Eles deveriam temer o curso que estavam seguindo, considerar as consequências, a fim de voltar de suas ideias e tornar à razão. De fato, perseguir ou causar dano a um ungido de Deus era algo a se temer. Isso aconteceu com o próprio Davi. Ele estava escondido numa caverna com os seus homens, e se achegou o rei Saul, e Davi furtivamente, lhe cortou a orla do manto, mas logo sentiu o seu coração bater descompassado. E disse: “O Senhor me guarde de que... eu estenda a mão contra ele, pois é o ungido do Senhor” “...pois quem haverá que estenda a mão contra o ungido do Senhor e fique inocente?” (1Sm 24:5-6; 26:9).(CONTINUA ...)
CONTINUAÇÃO DO SALMO 4 Deus é um Deus de justiça, mas precisamos entender que a justiça punitiva já se manifestou na cruz do Calvário, onde Jesus Cristo pagou pelos nossos pecados; agora, precisamos nos apegar às virtudes de Cristo, pelas quais podemos ter a justiça salvadora de Deus. Pela fé nos apropriamos da justiça de Cristo, que é a justiça que passa a ser nossa por imputação, pela qual podemos orar ao Senhor como o “Deus de minha justiça”. Jesus Cristo é chamado como “o Senhor, Justiça Nossa” (JEREMIAS 23:8). Ele é o nosso Advogado que nos defende e nos restitui a justiça, e faz justiça aos Seus santos que tem sido oprimidos e injustiçados. DAVI PEDE MISERICÓRDIA: “tem misericórdia de mim!” é a sua oração que ele deseja ver ouvida. Davi pede misericórdia ao Deus da justiça. Não parece contraditório? Mas é porque ele confia na justiça de Deus que ele pede a misericórdia. Se queremos salvação, pedimos primeiro a misericórdia, porque tememos a justiça. Mas se já fomos salvos, confiamos na justiça, para que se manifeste a misericórdia para conosco na aplicação da justiça sobre os que estão nos acusando injustamente. Este era o problema do salmista. Por que Davi pedia misericórdia? Porque necessitava de justiça. Ele havia sido julgado temerária e implacavelmente por falsos amigos, que falavam mal dele, expondo a sua reputação ao ridículo.Portanto, nada melhor do que clamar por misericórdia ao Deus da justiça. (CONTINUA...)
SALMO 4 Você já passou por uma profunda angústia? Já teve um filho revoltado contra a sua autoridade? Já teve inimigos fortes contra si mesmo, e não sabia o que fazer? O salmista Davi ainda está escrevendo este outro salmo tendo como fundo sua fuga do palácio, sendo perseguido pelo seu filho Absalão, liderando uma multidão que conspirava contra ele para destroná-lo, levando-o à morte. Mas Davi tem 7 Conselhos, 7 Imperativos para dar a seus inimigos. Neste salmo, ele está (1) Falando para Deus; (2) Falando para homens; (3) Falando dos homens e (4) Falando de si mesmo. I – FALANDO PARA DEUS (verso 1) Davi fala para Deus e suplica: “Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça” (v. 1). 1 – Davi se encontrava em angústia. Ele tem um histórico contínuo em que Deus o aliviou de suas angústias passadas.Baseado nisso, ele pede a Deus que o livre novamente da angústia pela qual passava no momento em que escrevia este salmo. Sabemos que muitas vezes somos atribulados, com privações, e sofrimentos, e com muitas angústias que são partes de nossa vida. Mas muitas vezes não nos lembramos de ler a Bíblia e rever como Deus livrava aos homens do passado, com a mesma prontidão com que há de nos atender a nós também. Disse o Senhor Jesus Cristo que não vivemos em um mar de rosas ao se expressar desse modo: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo 16:33). Ele nos advertiu que haveremos de passar por situações aflitivas, para que não desanimássemos quando elas chegassem. Assim como Ele socorreu a Davi, no passado, hoje Ele também pode nos ajudar a sairmos aliviados de nossas angústias, porque Ele já passou por isso pessoalmente. Lutero ansiava muito compreender a mensagem de Paulo aos Romanos, mas havia um problema. Ele o descreve assim: “Nada me impedia o caminho, senão a expressão: 'justiça de Deus', porque a entendia como se referindo àquela jus­tiça pela qual Deus é justo e age com justiça quando pune os injustos ... Noite e dia eu refletia até que ... captei a verdade de que a justiça de Deus é aquela justiça pela qual, mediante a graça e a pura misericórdia, Ele nos justifica pela fé. Daí por dinte, toda a Escritura ganhou novo significado e, ao passo que antes a justiça de Deus me enchia de ódio, agora se me tornava indizivelmente bela e me enchia de maior amor. (CONTINUA...)

15 de abr de 2013

Como é bom render graças ao Senhor e cantar louvores ao Teu nome, ó Altíssimo;Anunciar de manhã o teu amor leal e de noite a tua fidelidade! - Salmos 92:1-2

12 de abr de 2013

LÍNGUA VEGETARIANA INGREDIENTES: 2 xícaras de farinha de glúten 1 xícara de farinha de soja 3 colheres de sopa de nozes 1 xícara de caldo de legumes (cebola blend 1, 1/2 pimenta vermelha, 3 dentes de alho, salsa, orégano 2 colheres de chá de sal, ½ xícara de água) de sal, alho, salsa, orégano, suco de dois limões. Preparação: Mix glúten, farinha de soja, nozes eo sal. Adicione o caldo e formar um coque firme. Cozinhe em água fervente com a folha de louro, alho e sal a gosto por 30 minutos. Retire da panela e deixe esfriar com algum peso em cima para tomar forma e cortar bem fininho, coloque em um recipiente intercaladas com orégano, alho e salsa. Cubra com o suco de limão misturado com óleo, o suficiente para cobrir tudo. Dejar macerar 1 0 2 días antes de consumir. Marinar 1 0 2 dias antes de servir. BOLO DE BERINJELA Ingredientes: Corte em anéis de cebola; 1 dente de alho, picado;2 Tomates picados; 3 berinjelas médias, em fatias, pimenta ralado, sal e orégano a gosto. Preparação: Em uma panela coloque a cebola e o alho.Cozinhe em fogo baixo para cozinhar.Adicione os tomates e berinjelas.Cubra e cozinhe em fogo baixo 15 minutos. Misture uma massa de bolo, sem acúcar e despeje-o em uma assadeira tampe e reserve. Coloque os refogados em cima da massa. Asse a torta em forno moderado (180 °) 35 minutos.
POUPOURRI DE LEGUMES INGREDIENTES: 1 cebola ;1 couve-flor;1 Abóbora coreana;1 batata inglesa;1 batata doce;cebolinha verde;1 berinjela; 1 abobrinha, alho, aipo e salsa a gosto e óleo de oliva extra-virgem. Preparação: Corte a cebola, pimentão e em tiras, abóbora, batata-doce, salsão, cebola verde, a abobrinha e berinjela tronco em fatias finas, e pique a couve-flor.Cozinhar tudo junto em uma panela com um pouco de óleo.Cozinhe em uma panela tampada até que os legumes fiquem cozidos. Adicione o alho e a salsa picada antes de ficar completamente cozidos.Servir acompanhando pratos quentes vegetarianos ou croquetes de soja, ou bolinhos de arroz,ou macarrão.
O FINAL ESPETACULAR "Deus deve gostar do espetacular. Ele espalha tintas pelo céu noturno e cria a beleza que vemos. Transforma o mar em cristal para refletir as cores fortes e maravilhosas do Seu trono. Ele constrói ruas de ouro em lugar de asfalto. Ele chama o vento com um toque do relâmpago e os sons do trovão para servir como Sua orquestra. Ele tem mais galáxias do que qualquer computador pode contar. Mas as coisas mais espetaculares que Ele criou foram os dias e o coração humano. Em seguida, Ele começou a planejar o final espetacular do que chamamos de tempo. Era 14 de junho de 1975. Murray e Roslyn Hughes, oito e seis anos espectivamente, estavam nos bancos de trás do avião, descalços e com os cintos de segurança. De repente o avião caiu numa parte distante na Austrália. Eles não se machucaram, mas seu pai ficou inconsciente no banco do piloto, e sua mãe ficou presa na cabine. Murray não conseguia esquecer o desespero na voz de sua mãe quando gritou: "Pegue Roslyn e vão buscar socorro! Não parem para nada". As crianças não conseguiram achar os sapatos e por isso foram embora sem eles. Durante 12 horas, eles caminharam descalços por aquelas encostas cheias de cobras, sem olhar para trás, pensando apenas em seus pais feridos e sangrando lá no alto, naquela floresta coberta pelo nevoeiro. Por várias vezes, eles oraram: "Oh, Deus, dá-nos coragem"! Um fazendeiro os avistou num pasto, a onze quilômetros dos destroços. Ele disse: "Eram apenas bebês. Eu mal pude acreditar quando os vi por lá. Estavam tremendo de frio, suas roupas estavam em farrapos. E estavam muito arranhados e seus pés sangrando. A garotinha foi corajosa", disse o fazendeiro, "agarrada a uma bolsinha com uma escova e um pente dentro. O menino aproximou-se e me disse para conseguir socorro para sua mãe e seu pai. Ele é o garoto mais valente que eu já conheci. Seus pés estavam muito cortados, mas ele não quis descansar. Ele só tinha um pensamento na cabeça: obter ajuda para os seus pais". O organizador do grupo de resgate disse: "Vocês podem pensar que 12 horas não é muito tempo, mas esse é um dos territórios mais difíceis que existe. A floresta é densa e o mato é cheio de cobras mortíferas e aranhas venenosas. Não creio que aquelas duas crianças poderiam resistr por mais tempo lá". Roslyn falou sobre seu sofrimento. Ela disse: "Mamãe nos disse para sermos valentes e buscarmos socorro". O nevoeiro era forte e não conseguíamos ver para onde estávamos indo. As árvores tinham grandes raízes acima da terra e eu ficava tropeçando nelas. O terreno era acidentado. Mamãe tinha dito para tirarmos os sapatos no avião para ficarmos mais confortáveis, assim quando o avião caiu não conseguimos encontrá-los. Os pés doíam quando andávamos por lá. Havia pedras ásperas e machucavam os meus dedos". E continuou: "Estávamos muito assustados. Ouvíamos bichos rastejando ao nosso redor. Uma vez, ouvimos esse ruído muito alto num mato bem perto da gente. Eu gritei. Murray foi bem valente. Ele me abraçou e me disse: 'não se preocupe, não vou deixar que nada lhe aconteça". Murray disse: "Eu também estava muito assustado, mas não queria que Roslyn soubesse. Fiquei pensando na mamãe e no papai e como tínhamos que obter ajuda. Eu nunca havia andando tanto. A pior parte, é claro, foi estarmos sem sapatos. De vez em quando, Roslyn parava e chorava. Às vezes, eu a deixava se deitar um pouquinho." O grupo de resgate chegou tarde e Murray lamentou: "Eu gostaria de poder dizer à minha mãe e meu pai que tentamos o máximo". Que semelhança com o que Jesus fez! As pessoas que Ele criou, num planeta também feito por Ele, estavam em perigo. Sem ajuda, não iriam sobreviver. E Ele disse: "Eu vou, Pai". E o Pai disse: "Vá, Filho. E não pare por nada!" Ele deixou sua coroa para trás e não parou para nada. Ele só conseguia pensar em encontrar socorro, achar um meio de salvar você e eu. Várias vezes, Ele orou: "Pai, Me dê coragem"! E assim, Ele veio para Belém! Quando tinha 12 anos, visitou o magnífico templo e lá, pela primeira vez, viu os sacerdotes ofertando cordeiros inocentes no altar. Ele ficou fascinado com o que viu. Havia alguma coisa misteriosa sobre aquilo tudo. Alguma coisa que parecia estar ligada à Sua própria vida. Aí, de repente, entendeu: Ele próprio iria ser o cordeiro; Ele próprio iria ser o sacrifício inocente pelos pecados dos homens; Ele próprio era o caminho para salvar a humanidade perdida. Por isso, Ele teve que vir! E assim Ele seguiu até o Calvário. Ele só conseguia pensar nos homens e mulheres que estavam perdidos. Ele tinha que prosseguir, pois Ele era o cordeiro. Agora, temos uma opção quanto ao final da história. Pode terminar com você e eu mortos na cabine de um avião destroçado ou pode terminar no resgate mais espetacular de todos os tempos, se quisermos. E quando tudo terminar, quando o último homem tiver feito sua escolha, e quando milhões tiverem escolhido afundarem com este planeta, pareço ouvir o Salvador dizendo: "Pai, Eu gostaria de poder dizer a eles que tentei o máximo". É possível que estejamos confusos sobre o que é realmente espetacular. A cruz do Calvário é o evento mais espetacular de todos os tempos. Ela é a incrível prova de Deus perante o tribunal do Universo. É seu irrefutável argumento às acusações daqueles que disseram que Jesus não se importava com a humanidade.
ACAMPAMENTO TERRA , Estamos em território inimigo e assim como internos de um acampamento chamado Shantung.Nós não conseguimos afastar a sensação de que pertencemos a outro lugar. Pense nisso. O lar não é aqui onde bebês nascem com AIDS onde as guerras nunca acabam, onde pais alcoólatras maltratam terrivelmente seus filhos. As coisas não deviam ser assim. Sabemos que há um jeito melhor e um mundo melhor, como uma lembrança quase esquecida a qual nos agarramos. Então a pergunta é: Como nós vivemos no acampamento Terra? Existe meio de se ter uma vida saudável enquanto este adversário está rosnando para nos devorar? Langdon Gilkey descobriu muita coisa sobre a vida sob pressão lá no Acampamento Shantung que eu acredito tem muito a nos dizer. Naquele pequeno modelo de mundo, logo se tornou muito claro quais valores realmente importavam e quais não importavam. Entre os internos amontoados naquele campo, havia homens e mulheres de posições e classes sociais amplamente diferentes: de industriais super ricos a trabalhadores comuns, de senhoras da alta sociedade a empregadas. Mas quando as pessoas passavam pelos portões do acampamento nada disso importava muito. A única coisa que contava era sobreviver. Isso significava que as pessoas tinham que colocar a cozinha para funcionar, tinham que limpar os vasos sanitários entupidos. Todos os símbolos de "status" se tornaram irrelevantes: dinheiro, laços de família, sofisticação e até a educação. Nada disso podia colocar um indivíduo acima de seu vizinho. O que importava era cada pessoa fazer o que lhe cabia para manter todo mundo vivo. Então, um presidente de companhia cortava legumes ao lado de um ex-viciado em drogas. Esposas ricas e mimadas tinham que levar o lixo para fora com ex-prostitutas. Todos os acessórios que os seres humanos normalmente acalentam foram postos de lado no Acampamento Shantung. Cada pessoa era um indivíduo que tinha que contribuir para o bem comum. Mas um tipo de valor fazia um diferença enorme naquele acampamento. Havia uma coisa que realmente distinguia os indivíduos, uma coisa que finalmente importava, e isso era o caráter moral. No Acampamento Shantung, Gilkey percebeu que os valores morais e espirituais não eram apenas um boa opção; eram valores mais altos. Eles determinavam, mais que qualquer coisa, se os internos iriam sobreviver. Havia sempre o problema, por exemplo, de se arrumar espaço para todo mundo. Quando chegavam mais internos ao campo, tinha-se que arranjar espaço. Mas todos estavam insuportavelmente amontoados. Quem iria abrir mão de seu precioso espaço? Nessa situação de extrema pressão, eram somente aqueles dispostos a fazer sacrifícios pessoais que salvavam o dia. Sem eles, o campo teria se degenerado num infindável conflito por causa de espaço. Amigo, será que os valores que contavam lá também são os valores que contam aqui no Acampamento Terra? Como podemos viver uma vida sã e saudável num mundo dominado por um leão devorador? A resposta é: agarrando-nos a valores morais e espirituais. Eles são o que conta. São tudo o que podemos levar conosco deste Planeta. Em sua segunda epístola, Pedro fala sobre a segunda vinda de Cristo como um evento que separa o que é de valor supremo do que não é. Ele descreve os elementos se derretendo e o céu desaparecendo com furor e depois ele diz: "Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do dia de Deus" (II Pedro 3:11 e 12). Qual é única coisa que importa, que realmente importa depois do Apocalipse? Vidas santificadas. Tudo mais é destruído, exceto nossa relação com Deus. Todos aqueles símbolos de "status" varridos no Acampamento Shantung, também serão varridos na segunda vinda. Riqueza, posição, poder, contatos, não vão significar nada. A única coisa que vai importar é a qualidade de nossa vida com Deus. Isso é que é eterno. Isso é o que vai durar. O Acampamento Terra está se acabando, meu amigo, mas podemos trabalhar agora pelo que é eterno. Centralizar nossa vida em Jesus como Salvador e Senhor é a garantia de sermos parte do que é duradouro. Nós não seremos varridos com o que é temporário e superficial.. Sabe,nossa vida adquire sentido por uma esperança. A vida eterna. Ela nos mantém espiritualmente vivos. João nos fala em I João 3 do dia em que Cristo irá aparecer gloriosamente e nós O veremos tal como Ele é. Depois o apóstolo continua: "E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro" (I João 3:3). A esperança de ver Jesus chegando triunfante para acabar essa longa guerra contra o pecado nos mantém lutando. Nós somos motivados a nos purificar, a abrirmos mão de distrações menores e a nos concentrarmos nos valores que realmente contam. Essa esperança é que dá sentido a cada dia que vivemos no Acampamento Terra.
ÁGUA DA VIDA "Água em qualquer forma é um milagre sem o qual não podemos viver. Suas muitas maravilhas nos dão uma imagem inesquecível do que o Espírito de Cristo pode fazer na vida humana. Nada parece mais comum para nós do que um copo d'água. Nesta era de alta tecnologia e complexa engenharia química, esta mistura de hidrogênio e oxigênio, H2O como chamamos, é a imagem da simplicidade. Mas a água é uma das substâncias mais notáveis encontradas neste planeta. Você sabia que a vida existe na Terra em grande parte porque a água não se comporta como deveria? De fato, se esta substância clara se comportasse do modo como sua estrutura molecular sugere, a vida seria destruída por uma série de catástrofes. Nosso sangue ferveria no corpo, plantas e árvores murchariam e morreriam, o mundo se transformaria em um deserto árido. A água desafia a convenção química. Ela é mais pesada em estado líquido do que sólido e pode subir uma colina a despeito da força da gravidade. Vamos ver como a água realiza essas tarefas extraordinárias e como ela nos revela a maravilhosa engenhosidade do Criador. Vamos descobrir também porque a água é um símbolo tão maravilhoso da obra do nosso Criador e Recriador Jesus Cristo. Em mais de uma ocasião Jesus usou o conceito da água para criar uma imagem de Si mesmo. Uma vez Ele estava no templo em Jerusalém, no último dia da Festa dos Tabernáculos. Cristo quis apresentar-Se de modo claro e receptivo ao povo. Assim, Ele ergueu a voz e proclamou estas palavras: "Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva." João 7:38. E aí João explica no versículo 39: "Isto Ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem..." Jesus prometeu que Seu Espírito habitaria naqueles que depositassem a sua fé nele. E ele descreve seu espírito como "rios de água viva".
COMPAIXÃO O Pastor H. M. S. Richards conta uma pequena história de quando era garoto. Diz ele que gostava de pular a cerca e colher as maçãs do vizinho. Um dia a mãe o chamou e, mostrando-lhe uma vara verde, disse: Você tá vendo esta vara? — Sim, mãe. — Se você colher mais uma maçã do vizinho, vou castigá-lo 5 vezes com esta vara, entendeu? — Sim, mãe. Os dias passaram. As maçãs estavam cada vez mais vermelhinhas e ele não resistiu à tentação. Pulou a cerca e comeu maçãs até ficar satisfeito.O que ele não podia esperar era que ao voltar para casa a mãe estivesse esperando-o com a vara verde na mão. Tremeu. Sabia o que iria acontecer. Quase sem pensar suplicou: — Mãe, me desculpa. — Não, filho — disse a mãe — eu falei uma coisa e terei que cumpri-la. — Mãe, por favor, eu nunca mais vou fazer isso. — Não filho, eu te avisei. — Por favor mãe, por favor — continuou suplicando com os olhinhos lacrimejantes. Que mãe pode ficar insensível vendo o filho amado suplicando perdão? Ela tomou entre as suas as mãos do filho e perguntou: — Você não quer receber o castigo? — Não, mãe. — Então, só existe uma saída meu filho. — Qual é? A mãe estendeu a vara para ele e disse: “segura a vara meu filho. Em lugar de eu castigar você com esta vara você vai castigar a mim. O castigo tem que se cumprir, porque a falta existiu. Você não quer receber o castigo, mas eu te amo tanto que estou disposta a receber o castigo por você.” “Até aquele momento eu tinha chorado com os olhos - contou Richards – mas daí em diante, comecei a chorar com o coração. Como teria coragem de bater na minha mãe por um erro que eu tinha cometido?” Você entende? Isto é compaixão. É não poder assistir alguém sofrer mesmo que mereça. Temos o hábito de apontar o antigo Israel como um povo teimoso, “cabeça dura”, incapazes de enxergar as muitas demonstrações do amor de Deus. Mas e nós? Não é assim que nos portamos? Somos como crianças teimosas que vez após vez se põem a suplicar por uma segunda chance, por medo de enfrentarmos as consequências dos nossos maus atos. Erramos e prometemos não fazer mais, aí erramos de novo. Sempre vivendo a velha experiência da montanha russa. Hora lá em cima, pertinho de Deus; e no minuto seguinte, lá em baixo suplicando por outra chance… Então, neste instante, Deus não consegue ficar indiferente...Veste-se de misericórdia e compaixão e vem ao nosso encontro. Ouve-nos as suplicas e coloca a “vara verde” em nossas mãos.