14 de ago de 2011

A MÚSICA PARA ADORAR A DEUS

Achei maravilhosa a Palestra do Prof.Dr. Hélio Pothin sobre Adoração. Pra quem não foi, compartilho abaixo uma parte da Palestra. Dia 18/8/111 estarão disponíveis no site da unb.org. MISTURA DO SAGRADO COM O PROFANO NA MÚSICA: Vimos que a música de adoração a Deus no Céu é executada com ritmo natural utilizando a melodia e harmonia, pois esses são os elementos da música que influenciam as emoções e a mente, respectivamente. Após a queda de Lúcifer e o pecado entrarem no mundo a música antes usada unicamente para adorar a Deus, mudou. Ele instituiu a música com ênfase no ritmo repetitivo e marcado (metro) por instrumentos que produzem ruído a fim de afastar os homens da influência do Espírito Santo e de Deus. ...Na Bíblia o apóstolo relata que verdadeiros adoradores adorarão a Deus em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura para seus adoradores (João 4: 23). Paulo diz para orar e cantar com o espírito e com a mente (1 Cor. 14:15). A profetiza do Senhor também esclarece a cantar com espírito e entendimento.No passado o povo de Deus sofreu influência de música profana na adoração no templo de Israel: – Jezabel, rainha de Israel, trouxe música e dança da Fenícia. Não tardou para que o gosto por este tipo de música se desenvolvesse a ponto de misturarem a música do templo com esta música profana. Quando Deus ouviu no seu próprio culto os sagrados e solenes salmos misturados com a música sensual Fenícia, como moldura para sacrifícios, mandou o profeta Amós sacudir Israel com a mensagem: “Acabem com esse barulho (alarido, ruído) das suas canções, eles são um barulho que incomoda meus ouvidos. Não ouvirei suas músicas, por mais belas que sejam” (Amós 5:23, Bíblia Viva). Em adição, o Espírito de profecia diz que as forças das instrumentalidades satânicas misturam-se como alarido e barulho (Ellen G. White. Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pg. 36). "Deus pronunciou uma maldição sobre aqueles que se afastam de Seus mandamentos e não fazem diferença entre as coisas comuns (profanas) e as coisas santas. Ele não aceita obediência parcial. É seu propósito ensinar ao povo que devem aproximar-se com reverência e temor e da maneira indicada por Ele. Deus requer hoje de Seu povo uma distinção tão grande do mundo, nos costumes, hábitos e princípios, como exigia de Israel antigamente." (Ellen G. White. Patriarcas e Profetas, - 7ª ed. 1985, pg. 373, 484. .

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