5 de set de 2011

NOSSA FORMA DE VIVER

A esperança da vida eterna não deve ser nutrida sobre frágeis fundamentos; ela deve ser assentada entre Deus e sua própria pessoa. Alguns confiam no juízo e na experiência de outros, em vez de se darem ao trabalho de um profundo exame do próprio coração, e passam meses e anos sem um testemunho do Espírito de Deus ou uma prova de Sua aceitação. Enganam-se a si mesmos. Têm uma suposta esperança, mas carecem das qualidades essenciais a um cristão. Primeiro, deve haver uma obra profunda no coração, depois as maneiras tomarão aquele elevado e nobre caráter que assinala os verdadeiros seguidores de Cristo. Exige esforço e valor moral o viver nossa fé. Os que seguem a Cristo tem um modo de ser peculiar. Seu espírito não se pode misturar com o espírito e a influência do mundo. Não desejemos usar o nome de cristãos, e todavia sermos indignos dele. Não desejemos encontrar-nos com Cristo tendo meramente uma profissão de fé. Não desejemos estar enganados em questão de tanta importância. Examinemos plenamente a base de nossa esperança. Lidemos sinceramente com a alma. Uma suposta esperança jamais salvará. Acaso já calculamos o preço? Temo que não. Decidamos agora a seguir a Cristo custe o que custar. O Senhor não está limitado por causa de meios ou instrumentos com que realizar Sua obra. Ele pode falar em qualquer tempo, por intermédio de quem Lhe aprouver, e Sua palavra é poderosa, e cumprirá aquilo para que foi enviada. Mas se a verdade não tiver santificado, tornado puros e limpos as mãos e o coração daquele que ministra nas coisas santas, ele é capaz de falar segundo sua própria e imperfeita experiência; e quando ele fala de si mesmo, segundo as decisões de seu próprio juízo não santificado, o conselho que dele procede então não é de Deus, mas dele próprio. Como os que são chamados por Deus são chamados para serem santos, assim aqueles que são aprovados e separados dentre os homens, devem dar testemunho de sua santa vocação, e mostrar por suas palavras e conduta que são fieis Àquele que os chamou

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