10 de out de 2011

HONESTIDADE É ESSENCIAL

O único objetivo a ser conservado em mente é que sois reformadores, não fanáticos. Ao tratardes com descrentes, não demonstreis um espírito mesquinho, porque se vos detiverdes lutando por uma quantia pequenina, no fim perdereis muito mais. Eles dirão: "Aquele homem é trapaceiro; ele vos logrará, se conseguir fazê-lo; portanto, cuidado quando tiverdes de realizar qualquer negócio com ele." Mas se em um negócio, uma insignificância em vosso favor for posta em benefício de alguém, esse alguém trabalhará convosco segundo o mesmo plano generoso. Mesquinhez gera mesquinhez; avareza gera avareza. Os que seguem esse procedimento não vêem quão desprezível ele se afigura aos outros, especialmente aos que não são de nossa fé; e a preciosa causa da verdade traz a marca deste defeito. (Evangelismo, págs. 90 e 91). Em todos os nossos negócios, onde quer que estejamos, devemos ser perfeitamente leais. Não podemos expor-nos ao risco de quebrantar um dos mandamentos de Deus por amor do ganho secular. Quem somos nós? Cristo disse aos discípulos: "Vós sois o sal da Terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens." Mateus. 5:13. (Manuscrito 50, 1904). Em todos os pormenores da vida devem ser mantidos os mais estritos princípios de honestidade. Não são estes os princípios que governam o mundo, pois Satanás - o enganador, mentiroso e opressor - é o patrão, e seus súditos o seguem e executam seus propósitos. Os cristãos, porém, servem sob um Senhor diferente, e seus atos têm de ser efetuados segundo Deus, independentemente de todo o ganho egoísta. O desvio da perfeita honestidade nos negócios pode, na estima de alguns, ser coisa de pouca importância, mas não a considerava assim o nosso Salvador. Suas palavras, nesta questão, são claras e explícitas: "Quem é fiel no pouco também é fiel no muito." Lucas. 16:10. O homem que assim engana o próximo, em pequena escala, enganará em escala maior se a tentação lhe vier. Uma falsa representação em questões de pouco valor, tanto é desonestidade à vista de Deus como a falsidade em assuntos de maior importância. No mundo cristão de hoje é praticada a fraude em medida pavorosa. O povo de Deus, observador dos mandamentos, deve mostrar que está acima de todas essas coisas. As práticas desonestas que mancham o trato dos homens com os seus companheiros, não devem jamais ser praticadas por alguém que professe crer na verdade presente. O povo de Deus causa à verdade grave prejuízo pelo menor desvio da integridade. Um homem pode não ter um exterior agradável, pode ser deficiente em muitos aspectos, mas se tem a reputação de ser honesto, íntegro, ele será respeitado. A inflexível integridade cobre muitos traços de caráter objetáveis. O homem que perseverantemente pratique a verdade, ganhará a confiança de todos. Não só confiarão nele os irmãos na fé, mas os descrentes serão constrangidos a reconhecê-lo como homem de honra. (Carta 3, 1878).

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